SP tem uma madrugada de neblina sombria, e moradores cheiram a queimado.

Segundo a Cetesb, o mapeamento é feito para identificar o problema. O segundo pior agosto da história registrada pode ter algo a ver com o desmatamento na Amazônia, segundo meteorologista da Climatempo.

O céu estava nublado quando a aurora raiava sobre a cidade de São Paulo. Usuários de mídia social de várias comunidades relataram cheiro de queimado nas zonas sul, norte e leste.

Segundo dados divulgados esta semana pelo Instituto de Pesquisas Espaciais, a Amazônia teve o segundo pior agosto da série histórica e, segundo o analista do Climatempo Cesar Souto, ele não descarta uma ligação com o aumento do desmatamento por lá (Inpe). .

Principalmente nas partes de São Paulo onde o horizonte é mais amarelado, dá um leve efeito da fumaça da Amazônia. A existência de fumaça de incêndios na Amazônia é confirmada por essa descoloração.”

Um especialista também afirmou que as manchas amareladas mostradas nas fotografias de satélite não são céus, mas sim fumaça de incêndios.

“É fumaça de incêndio, obviamente. E se aproxima do estado de São Paulo. Portanto, é possível que a fumaça em São Paulo e na Região Metropolitana esteja nos impactando.

Ele também menciona que pode ser resultado da fabricação, poluição de carros e clima árido.

Os bombeiros afirmam que, apesar de receberem alarmes sobre o cheiro de queimado, não conseguiram localizar nenhum incêndio ativo na cidade ou nas proximidades.

A Empresa Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), quando questionada, afirma que está realizando um mapeamento em cada estação para apurar o que está ocorrendo. Na cidade, o ar é considerado pobre.

A temporada de incêndios de 2022 ainda é intensa e, lamentavelmente, pior do que poderia ter sido se o governo federal tivesse feito sua parte para evitar o problema.

Apenas 37% do orçamento autorizado para prevenção e controle de incêndios florestais havia sido executado a partir do quinto dia, segundo análise do Observatório do Clima (OC); dos R$ 52,72 milhões destinados e autorizados pelo governo para tais medidas, apenas R$ 19,48 milhões foram efetivamente investidos pelo Ministério do Meio Ambiente e instituições parceiras (IBAMA e ICMBio). O g1 transmitiu esta informação.

De acordo com o g1, foram registrados 18.374 focos de calor entre 1º e 7 de setembro, 10% a mais do que os 16.742 focos registrados em todo o mês de 2016.

Não por acaso, houve um aumento considerável de ocorrências de incêndios na Amazônia ao mesmo tempo em que a execução orçamentária para prevenção e combate a incêndios diminuiu. O número total de incêndios identificados pelo INPE na floresta amazônica durante o mês de setembro de 2021 já foi superado em uma semana.

Apenas com menos de quatro meses para o final de 2022, a Amazônia registrou mais de 64.000 fugas desde janeiro, um número que se aproxima de forma alarmante e rápida do valor registrado em 2021 (75.090). Esses dados também foram destacados pelo UOL.

De acordo com o g1, foram registrados 18.374 hotspots entre 1º e 7 de setembro, 10% a mais do que os 16.742 hotspots registrados em todo o mês de setembro de 2016.

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